Indústria e comércio enfrentam preços mais altos para recontratar um terço de sua energia
Cerca de 32% dos contratos no mercado livre tem prazo de seis meses a dois anos e devem ser rediscutidos. Essa é uma das dimensões da discussão sobre os modelos de precificação de energia e operação do setor elétrico no Brasil que deverá ser avaliada pelo governo este mês. O CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico) deve se reunir nesta quarta-feira (13), embora integrantes do segmento tenham pedido um adiamento para o dia 20, para que o assunto seja avaliado com maior segurança. Quase 10 gigawatts médios de energia, ou 32,6% de todo o volume contratado no mercado livre, está atrelado a contratos com prazos de seis meses a dois anos, segundo um levantamento da associação de comercializadores Abraceel feito com base em dados da CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica). Esse volume, que a indústria já começa a recontratar com antecedência, será negociado agora a preços quase duas vezes maiores que os de dois anos atrás, de acordo com a Comerc, uma das maiores comercializadoras de energia do país, controlada pela Vibra. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo