A expansão fiscal no Brasil dobrou no segundo trimestre, chegando a 4,52% do PIB. Entenda como essa injeção de dinheiro afeta a inflação e a taxa Selic. A aceleração da injeção de dinheiro na economia mais do que dobrou no segundo trimestre deste ano, chegando a 4,52% do Produto Interno Bruto (PIB), ante 2,19% registrados no primeiro trimestre. Os dados são do Monitor de Expansão Fiscal Ampliada (MEFA), da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado nesta segunda-feira (27). De acordo com o economista da FGV Alexandre Manoel, o dado mostra “a forte aceleração da expansão fiscal por canais que não são observados integralmente no resultado primário”. Ele destaca que as despesas financeiras cresceram de forma expressiva em maio e junho, fazendo com que o índice encerrasse o trimestre em seu maior nível da série recente. “O segundo trimestre foi marcadamente expansionista”, avalia Manoel. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.