Assinatura eletrônica e armazenamento em nuvem reduziram a dependência do papel, mas impressoras de tanque de tinta e laser seguem racionais para quem tem volume real de uso. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Tecnologia Home Tecnologia ExameLab Impressora em 2026: ainda faz sentido ter uma em casa ou no escritório? Veja modelos Assinatura eletrônica e armazenamento em nuvem reduziram a dependência do papel, mas impressoras de tanque de tinta e laser seguem racionais para quem tem volume real de uso Impressora em 2026: equipamento deixou de ser item obrigatório e virou decisão baseada em perfil de uso (Reprodução/Epson). Boa parte dos documentos que antes exigiam papel hoje mal sai da tela. Para se ter uma ideia, a plataforma de assinatura eletrônica do Gov.br acumulou mais de 548 milhões de usos até julho de 2026, segundo o Ministério da Gestão e da Inovação. Contratos, recibos e declarações dependiam de impressão e reconhecimento de firma agora se resolvem todos no digital, o que pode levar à ideia de que não vale a pena ter uma impressora em 2026. Porém, existem alguns cenários em que ter uma impressora pode fazer toda diferença. Em vez de item obrigatório em qualquer mesa de trabalho, virou uma decisão que depende do quanto o papel ainda faz parte do fluxo de trabalho. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.