Cerca de 8 milhões de cidadãos fugiram do país nos últimos 11 anos, segundo levantamento das Nações Unidas. Outra imigrante se sentou de repente em Santiago, no Chile, quando seu celular vibrou com a notícia. Muitos outros acordaram com a foto de Maduro algemado a bordo de um navio de guerra americano. As reações foram imediatas. "Vou voltar", disse Yanitze Gutiérrez, uma migrante venezuelana no Uruguai, ao ligar para o filho, que mora na Espanha. Quando Andreína Di Giovanni abriu sua mercearia venezuelana em Buenos Aires, ela disse que clientes frenéticos começaram a entrar correndo. "As pessoas choravam de felicidade", disse. "E comecei a ouvir: ‘ Vou voltar. Vou voltar. Vou voltar’". Mas, até agora, a enorme diáspora venezuelana espalhada por muitos países está, em grande parte, permanecendo onde está, segundo as Nações Unidas. Após o choque inicial que muitos sentiram ao saber que Maduro havia sido levado para uma prisão em Nova York, uma realidade preocupante se instalou. Os fatores que levaram muitos deles a partir —uma economia em ruínas e líderes repressivos— continuam presentes. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.