Igreja Anglicana pede perdão por esquema de adoção forçada que separou 185 mil famílias
Mulheres jovens com filhos fora do casamento eram humilhadas e coagidas pelas igrejas e pelo Estado a entregar seus bebês. Naquela época, as igrejas cristãs e o Estado britânico criaram um sistema no qual mulheres jovens com filhos fora do casamento eram humilhadas e coagidas a entregar seus bebês para cumprir o que consideravam serem as normas sociais vigentes. O papel da Igreja nessa prática se deu por meio dos chamados "lares para mães e bebês", para onde mulheres solteiras eram enviadas, muitas vezes contra sua vontade, durante a gravidez ou após o parto, e separadas de seus bebês —semelhante a um programa administrado na Irlanda pela Igreja Católica. "Lamentamos profundamente a dor, o trauma e o estigma vividos —e ainda carregados— por muitas pessoas devido às práticas históricas de adoção em lares afiliados à Igreja da Inglaterra", disse Mullally, segundo comunicado. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo