Para André Freitas, CEO da Hedge, o movimento atual dos FIIs abriu uma janela de oportunidade para investidores que conseguem olhar além da volatilidade de curto prazo. O mercado de fundos imobiliários atravessou, em poucos meses, uma sequência de mudanças nas expectativas para os juros que alterou o desempenho da classe. Depois de um primeiro trimestre de forte valorização, o IFIX devolveu parte dos ganhos e voltou a operar no campo negativo no acumulado do ano. Para André Freitas, CEO da Hedge, esse movimento abriu uma janela de oportunidade para investidores que conseguem olhar além da volatilidade de curto prazo. A mudança começou ainda no início do ano, diz Freitas, quando o mercado trabalhava com uma perspectiva mais agressiva de queda da Selic. As projeções chegaram a apontar para uma taxa de 12% no fim de 2026, cenário que favoreceu ativos com alta sensibilidade aos juros, entre eles os fundos imobiliários. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.