Acompanhe o que movimenta a bolsa, ações, dólar, juros e commodities nos negócios do pregão desta quinta-feira (18). Investidores em Wall Street ficaram cautelosos o dia todo, à espera da decisão do Federal Reserve. Quando ela veio, decepção. O banco central dos EUA manteve as taxas de juros na mesma posição, mas acenaram com uma alta de 0,25 ponto percentual ainda em 2026 e com cortes só em 2027. “A reação do mercado neste momento é em grande parte ao gráfico de pontos, sendo muito mais agressivo”, disse à CNBC Claudia Sahm, economista-chefe da New Century Advisors. “O vento mudou muito em termos do quadro de inflação”. Os investidores também se concentraram na forma como Warsh enfatizou o compromisso da Fed com a “estabilidade de preços”, um sinal de que ele poderá não prosseguir com a redução das taxas, como muitos esperavam. “Ele está absolutamente dizendo que planeja cumprir a estabilidade de preços. Então isso significa que não teremos uma política monetária tão fácil como todos pensavam que talvez o presidente Warsh faria no primeiro trimestre deste ano, quando todos contavam com cortes nas taxas”, disse também à CNBC o CEO da DoubleLine Capital, Jeffrey Gundlach. “Ele não parece nada assim hoje”. O dólar comercial emendou a terceira alta frente ao real. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,93%, aos 100,46 pontos. Acompanhe diariamente a cobertura sobre bolsa, dólar e juros a partir das 8 horas. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.