Acompanhe o que movimenta a bolsa, ações, dólar, juros e commodities nos negócios do pregão desta quarta-feira (08). A caderneta de poupança no Brasil voltou a registrar saques em junho, após um saldo positivo em maio, mas o volume de retirada foi o menor em quase 14 anos e meio, de acordo com dados do Banco Central divulgados nesta quarta-feira. Em junho, o total líquido sacado foi de R$237,549 milhões, menor volume de retiradas desde janeiro de 2012, quando foram retirados R$2,8 milhões. Em maio a poupança havia registrado o primeiro mês de depósitos líquidos desde dezembro de 2025, no total de R$2,604 bilhões. A poupança tem registrado perdas anuais consecutivas de recursos desde 2021, com a grande maioria dos meses apresentado resultados negativos para a aplicação. No mês passado, houve um saldo negativo de R$1,396 bilhão no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), depois de dois meses seguidos no azul, enquanto a poupança rural teve depósitos líquidos de R$1,158 bilhão, melhor resultado em um ano. No ano, a poupança acumula saques líquidos de R$39,356 bilhões até junho. O Fundo Monetário Internacional revisou para baixo nesta quarta-feira sua previsão de crescimento global para 2026, a 3,0%, alertando para os riscos contínuos representados pela guerra no Oriente Médio, pela fragmentação do comércio e por possíveis correções nas expectativas do mercado em relação à inteligência artificial. O Fundo afirmou que a economia mundial evitou uma recessão mais acentuada como resultado da guerra, com o impulso da demanda no setor de tecnologia ajudando a compensar a queda no fornecimento de energia relacionada à guerra. O crescimento deve se recuperar para 3,4% em 2027, mas ainda está abaixo da média de 3,5% observada em 2024 e 2025. O FMI elevou sua previsão de inflação para 2026 em 0,3 ponto percentual, para 4,7% em comparação com abril, mas afirmou que ela deverá cair para 3,9% no próximo ano. Os preços da energia estão 25% mais altos agora do que antes do início da guerra, em 28 de fevereiro, e permanecerão mais elevados, segundo o FMI. A nova previsão pressupõe que o Estreito de Ormuz começará a reabrir em meados de julho, retornando às condições pré-guerra até março de 2027. ( Reuters ). As enchentes que devastaram o sul da China nesta semana parecem prestes a se espalhar para outras províncias com a chegada iminente do supertufão Bavi, e os cientistas alertam que os fenômenos climáticos extremos só tenderão a se tornar mais frequentes este ano. Os sistemas climáticos previstos certamente colocarão à prova a resiliência das cidades densamente povoadas e das comunidades rurais do país. O Centro Nacional de Clima da China prevê que até seis tufões se formem no Noroeste do Pacífico e no Mar da China Meridional em julho, um número superior à média de 3,8. Dessas tempestades, até três poderiam atingir o continente, acima da média de 1,8. A intensidade dos ciclones também será maior, segundo o centro. Cientistas afirmam que as mudanças climáticas estão expondo cada vez mais a segunda maior economia do mundo a eventos climáticos destrutivos, sendo este ano motivo de especial preocupação devido ao surgimento previsto do fenômeno climático El Niño, que pode elevar as temperaturas e alimentar tufões mais intensos — como são conhecidos os furacões na região da Ásia-Pacífico. ( Reuters ). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.