Ibovespa cai 1,5% e perde os 170 mil pontos com mais sinais de saída de estrangeiros
Ainda em destaque, o JPMorgan rebaixou as ações do Brasil para neutro dentro da América Latina. Apesar do viés de alta da maioria dos índices das bolsas em Nova York, o Ibovespa opera nas mínimas nesta terça-feira, 11, influenciado principalmente por ações de primeira linha – indicativo de nova saída de capital estrangeiro – só na semana passada, a saída foi de R$ 5,55 bilhões. Além da cautela global, devido ao fechamento do Estreito de Ormuz, no Oriente Médio, por onde escoa cerca de 20% do petróleo mundial, há temores domésticos, sobretudo com o fiscal a poucos meses da eleição. Após iniciar a sessão estável em 162.180,01 pontos, subiu 0,12%, na máxima aos 172.385,51 pontos, e, em seguida, passou a cair abaixo dos 170 mil pontos. Às 12h23 (horário de Brasília), o Ibovespa caía 1,51%, a 169.583 pontos. Investidores da B3 iniciaram o pregão desta terça-feira digerindo a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em dia de agenda esvaziada no exterior. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney