Órgão federal ainda não analisa pedidos, mas prevê avançar em regras neste ano. A tecnologia envolve a remoção do CO 2 (dióxido de carbono) da atmosfera ou de plantas industriais e a injeção do material em reservatórios já esgotados de petróleo ou gás. Outra opção é estocar em aquíferos salinos, que são rochas porosas preenchidas com água no subsolo oceânico. Itagyba Alvarenga Neto, coordenador-geral de licenciamento ambiental marinho e costeiro do órgão, disse à Folha que os empreendimentos de armazenamento em terra deverão ser licenciados pelas autoridades estaduais, enquanto projetos no oceano (offshore) passarão pela análise federal. "A gente está trabalhando para construir um termo de referência básico do que seria esse licenciamento", afirma. "Para estabelecer esse processo, quais estudos serão necessários e qual tipo de avaliação". O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.