Pesquisadores apontam sinais de cooperação, disputa e adaptação entre agentes virtuais. 1º.jun.2026 às 23h13 Edição Impressa Diminuir fonte Aumentar fonte Ouvir o texto Christian Policeno Vinicius Macêdo São Paulo Pesquisadores da Universidade Harvard criaram agentes de inteligência artificial que desenvolveram comportamentos sofisticados, como migrações e disputas por recursos, sem receber instruções humanas. O estudo sugere que será possível um dia desenvolver sistemas capazes de criar estratégias mais eficientes de forma autônoma e se adaptar a ambientes complexos sem treinamento explícito. Para outros especialistas, que não participaram do estudo, o problema é que, quanto mais independentes essas máquinas se tornam, mais difícil será prever e controlar suas ações. O trabalho foi realizado por um grupo liderado por Aaron Walsman, pesquisador do Instituto Kempner, centro de pesquisas sobre inteligência natural e artificial ligado a Harvard. O estudo foi publicado em 2025 no site arXiv, usado por cientistas para antecipar o resultado de pesquisas que ainda não passaram pelo processo de revisão exigido para publicação em periódicos acadêmicos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.