Hungria autoriza marcha do orgulho LGBTQIA+ em Budapeste após fim do governo Orbán
Em 2025, evento foi proibido pelo então primeiro-ministro, mas reuniu 200 mil pessoas, segundo os organizadores. Referência global do movimento antiliberal, Orbán se destacou em seus 16 anos de governo por sua oposição ferrenha à imigração e aos direitos LGBTQIA+. Em abril, ele foi derrotado nas urnas pelo conservador pró-europeu Péter Magyar, que prometeu uma "nova era" para a Hungria e um governo "para todos". Após a proibição do ano passado, os organizadores da parada apresentaram na quarta-feira uma notificação formal sobre a intenção de organizar a marcha em 27 de junho. A polícia tinha, legalmente, 48 horas para decidir se proibia o evento ou o autorizava. "Durante o processo de notificação do desfile do orgulho de 2026 e a consulta presencial com os organizadores, não surgiram motivos para proibir o evento ", afirmou a polícia à agênca AFP em um e-mail. O comunicado também indica que a polícia tomou "decisões prescritivas e restritivas" em relação a três contramanifestações previstas. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo