Homens usam tags em tênis, mochilas e carros para perseguir e monitorar mulheres em SP
Prática pode configurar crime de perseguição, diz promotora; registros no centro de SP apontam alta. Escondidas em carros, bolsas, mochilas e até em pertences de crianças, as chamadas tags de rastreamento permitem acompanhar deslocamentos em tempo real sem que a vítima perceba. Os registros de perseguição na 1ª DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), na região central da capital paulista, cresceram 15,5% no primeiro trimestre deste ano. Foram 104 boletins de ocorrência entre janeiro e março, ante 90 no mesmo período de 2025. Policiais relatam que o uso de tecnologia para vigiar mulheres tem aparecido com frequência nas denúncias. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo