Polícia afirma que investigação apontou outras agressões além da registrada por câmera de segurança; OUTRO LADO: reportagem busca defesa dele. A polícia e a Justiça Estadual não informaram à reportagem se o indiciado já tem defesa constituída no processo. A Defensoria Pública atuou na audiência de custódia do pai, semana passada, mas afirmou nesta segunda que só deve ser novamente convocada se eventual denúncia do Ministério Público for aceita pela Justiça. O processo tramita sob sigilo. Ele está preso preventivamente (sem prazo) desde quinta-feira (9) e, em depoimento à polícia, admitiu ter agredido a filha. Um vídeo captado por uma câmera de segurança registrou a agressão e circulou nas redes sociais desde então. O episódio aconteceu em 5 de julho. Ele não possui antecedentes criminais. O indiciamento desta segunda, contudo, envolve outros supostos crimes atribuídos ao homem, além da lesão corporal contra a menina. De acordo com o delegado Ricardo Moraes, durante a investigação foram identificados outros episódios de violência. Um deles ocorreu em 2 de julho contra o enteado do indiciado. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.