Hoje foragido, suspeito de lavar dinheiro para PCC foi preso e solto 25 dias depois
OUTRO LADO: Defesa de Victor de Oliveira Shimada disse que não teve acesso aos autos de operação ocorrida nesta sexta. O empresário é considerado foragido. A defesa dele declarou em nota que ainda não teve acesso aos autos da operação desta sexta. "Somente após a análise técnica completa dos autos será possível qualquer manifestação específica acerca do conteúdo da investigação", afirmou. Shimada foi preso preventivamente (sem prazo) na época, acusado de desviar R$ 35 milhões do banco Votorantim. A decisão que decretou sua prisão, assinada pela juíza Bárbara de Lima Iseppi, concluiu que mantê-lo em liberdade seria um risco à ordem pública e à própria condução das investigações. O principal ponto envolvia o risco de fuga porque Shimada viajou ao México dias após a fraude no banco, em meados de setembro. Só voltou em dezembro. Ele foi e voltou sem nenhuma bagagem em mãos, o que para a magistrada se revelou um indício de reiteração delitiva. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo