"Hobbits" pré-históricos podem não ter caçado nem usado fogo
Estudo sugere que o Homo floresiensis aproveitava carcaças deixadas por dragões-de-komodo e pode não ter dominado o fogo. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço “Hobbits” pré-históricos podem não ter caçado nem usado fogo Estudo sugere que o Homo floresiensis aproveitava carcaças deixadas por dragões-de-komodo e pode não ter dominado o fogo Ana Luiza Figueiredo 10/07/2026 06:00 Prefira o OD no Google Reconstrução do Homo floresiensis no Museu Nacional de História Natural Smithsonian, em Washington (EUA) - Imagem: Vlad G/Shutterstock Compartilhe: Prefira o OD no Google Uma nova pesquisa publicada na revista científica Science Advances sugere que o Homo floresiensis, espécie humana extinta conhecida como “hobbit”, não caçava grandes animais nem controlava o uso do fogo. O estudo, divulgado na sexta-feira (3), analisou marcas preservadas em fósseis encontrados na caverna de Liang Bua, na ilha de Flores, na Indonésia, e propõe uma nova interpretação sobre o comportamento dessa espécie. A investigação foi conduzida por uma equipe internacional de pesquisadores e pode influenciar o debate sobre a origem evolutiva do Homo floresiensis. Segundo os autores, as evidências indicam que esses hominínios consumiam restos de animais deixados por dragões-de-komodo, em vez de abater suas próprias presas, o que coloca em dúvida hipóteses anteriores sobre seu nível de sofisticação comportamental. O Homo floresiensis foi descoberto em 2003 e recebeu o apelido de “hobbit” por causa de sua baixa estatura, de cerca de 106 centímetros, além do cérebro pequeno, dentes grandes e pés desproporcionalmente grandes. Evidências encontradas no mesmo sítio arqueológico, como ferramentas de pedra, ossos com marcas de corte e fragmentos considerados queimados, haviam levado pesquisadores a sugerir que a espécie caçava e utilizava o fogo. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital