Deliberação ocorrerá em reunião marcada para a próxima quinta-feira (25). Como mostrou a Folha, o caso opõe a família de Enrique Lipszyc, morto em 2020, e Siegbert Zanettini, 91, arquiteto que projetou o prédio alvo da deliberação, localizado na avenida Angélica. O recurso contra a decisão de 18 de maio que manteve o tombamento está em nome da Keeva Investimentos e Participações, ligada aos herdeiros. O imóvel é um exemplar de arquitetura em aço e estética "high-tech". Entre as principais referências dessa proposta estão o Centro Pompidou e a pirâmide do Museu do Louvre, ambos em Paris. A possibilidade de um "destombamento" mobilizou associações de moradores, entidades e especialistas nos últimos meses, como o Docomomo (organização internacional de preservação de projetos modernos) e a FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP). O autor do projeto, Zanettini, chegou a comparecer a uma manifestação e às reuniões do Conpresp. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.