Herança sem inventário? Como PGBL e VGBL entram no planejamento sucessório
A previdência privada deixou de ser apenas um produto de aposentadoria. Diante de mudanças regulatórias, o setor se reinventou. A previdência privada deixou de ser vista apenas como um produto voltado à aposentadoria. Diante de mudanças regulatórias recentes, decisões do Supremo Tribunal Federal e alterações tributárias, PGBL e VGBL ganharam espaço como ferramentas de planejamento patrimonial e sucessório para o investidor brasileiro. A virada é significativa: quem antes enxergava esses planos como uma poupança de longo prazo agora pode usá-los também para transmitir recursos aos beneficiários fora do inventário, com acesso mais rápido ao dinheiro e sem incidência de ITCMD — o imposto estadual sobre heranças e doações — sobre os valores pagos pelos planos. O tema foi debatido na Semana de Previdência da XP Investimentos ( XPBR31 ), programa apresentado pela analista Clara Sodré, com a participação de Rodrigo Saldanha, responsável pela área de previdência da XP, e Gabriel Campoy, sócio de planejamento patrimonial do XP Private Bank. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney