O banco revisou os modelos após o balanço do 1T26, apontando que o alívio na sinistralidade é pontual e alertando para o consumo de caixa e a pressão das multas da ANS e de. Ativos mencionados na matéria Logotipo da Hapvida é visto em centro clínico em São Paulo, Brasil, 26 de março de 2025. REUTERS/Amanda Perobelli Publicidade. A equipe de análise do Goldman Sachs atualizou os modelos financeiros para a Hapvida ( HAPV3 ) após a incorporação dos resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26). O banco revisou para cima o preço-alvo do ativo para os próximos 12 meses, que passou de R$ 11 para R$ 12,50 por ação, o que indica um potencial de queda de 0,8% em relação à cotação de referência de R$ 12,60. Apesar da revisão de premissas, o Goldman Sachs optou por manter a recomendação neutra para o papel. De acordo com o relatório, os indicadores de sinistralidade trouxeram um respiro pontual. Os analistas ressaltaram, contudo, que ainda consideram prematuro interpretar a retração trimestral da Taxa de Sinistralidade Médica (MLR) como uma tendência definitiva de estabilização das despesas assistenciais. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.