Haiti volta à Copa do Mundo carregando um país em crise e uma seleção em exílio
Classificada após 52 anos, equipe caribenha teve de disputar as partidas das Eliminatórias longe de casa. O país é hoje o único das Américas cujos cidadãos estão impedidos de viajar para os Estados Unidos, coanfitrião do torneio ao lado de México e Canadá. Ao mesmo tempo, cerca de 350 mil haitianos vivem sob incerteza jurídica em território norte-americano, justamente onde a seleção disputará seus três jogos da primeira fase. Nas últimas semanas, a Suprema Corte dos EUA começou a analisar o chamado TPS, sigla em inglês para status de proteção temporária, criado após o terremoto que devastou o Haiti em 2010, mas ameaçado recentemente após decisão do governo Donald Trump de encerrar o benefício. O programa foi concedido inicialmente pelo governo de Barack Obama após o desastre em Porto Príncipe, que matou cerca de 300 mil pessoas e deixou um número semelhante de feridos. Desde então, a nação caribenha mergulhou em uma crise humanitária e institucional que se agravou ainda mais após o assassinato do presidente Jovenel Moïse, em 2021. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo