Haiti vive violência ampliada e intersecção de crises 5 anos após assassinato
Jovenel Moise foi morto em sua residência em meio a conflito entre gangues e Estado que segue latente desde então. Nos últimos anos, facções ligadas a grupos políticos controlam a maior parte da capital haitiana e avançam sobre áreas rurais que antes escapavam de seu domínio. A tentativa mais recente da comunidade internacional de conter esse avanço é a Força de Supressão de Gangues (GSF, na sigla em inglês), uma missão multinacional autorizada pelo Conselho de Segurança da ONU que começou a atuar em Porto Príncipe. O grupo é uma tentativa de, junto às forças policiais haitianas, enfrentar as milícias armadas que são os principais atores envolvida na onda de violência no país. Desde 2024, o Haiti recebia a Missão Multinacional de Apoio à Segurança, liderada por oficiais quenianos e financiada em grande parte pelos Estados Unidos. Apesar de sucessos pontuais, no entanto, as tropas não conseguiram conter a expansão das gangues e, portanto, saíram do país em abril deste ano, quando começaram a atuar os integrantes da GSF —que reúne agentes de diversos países, principalmente o Chade. Espera-se que a nova missão assuma o papel da anterior com maior força, mas ela só deve atingir seu efetivo planejado de 5.500 integrantes no fim deste ano. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo