Líder do Estado-Maior Central, dissidência das Farc, Iván Mordisco suspende ataques de 20 de maio a 10 de junho. Os rebeldes do Estado-Maior Central (EMC), comandados por Iván Mordisco, que rejeitaram o acordo de paz de 2016, estão entre os principais atores da deterioração da segurança no país, imerso em sua pior crise de violência em uma década às vésperas das eleições para suceder o presidente Gustavo Petro, que é ex-guerrilheiro. O chamado EMC anunciou, em um comunicado, a "suspensão de operações militares ofensivas" de 20 de maio a 10 de junho. A trégua visa dar as "condições de tranquilidade suficientes para que o povo colombiano vá maciçamente às urnas". Petro tentou sem sucesso negociar com Mordisco como parte de sua política de "paz total", com a qual buscou o desarmamento de todos os grupos armados do país, sem obter sucesso. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.