Vítmas são atingidas em casas, estradas, mercados e ao buscar serviços essenciais como educação, segundo organização. As crianças "são mortas e feridas em suas casas, nas estradas, nos mercados e enquanto tentam acessar serviços essenciais, como educação e atendimento médico", escreveu, em comunicado, Sheldon Yett, diretor do Unicef no Sudão. A guerra entre o Exército sudanês e os paramilitares das Forças de Apoio Rápido (RSF, na sigla em inglês) começou em 15 de abril de 2023, devido à disputa pelo poder entre o general Abdel Fattah al-Burhan e o comandante do grupo, Mohamed Hamdan Dagalo. Desde então, o conflito já deixou mais de 200 mil mortos e milhões de deslocados, segundo estimativas de organizações humanitárias. Ambos os lados recorrem com frequência ao uso de drones. Segundo o Unicef, esses ataques mataram mais de mil pessoas desde o início do ano e responderam por 60% das vítimas infantis registradas na região central de Kordofan. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.