Itens como os de hortifrúti tendem a ficar mais caros com evento climático. As estimativas de instituições financeiras consultadas pela Folha apontam alta a partir de 7% para os preços da alimentação no domicílio no acumulado deste ano. "Estamos falando de uma tempestade perfeita para a inflação de alimentos. São vários choques", diz o economista-chefe do grupo CVPAR, Marcelo Fonseca. A perspectiva é de uma forte aceleração frente a 2025, quando a inflação dos produtos consumidos em casa teve trégua, fechando em 1,43%. Caso as projeções se confirmem, a variação dos preços esperada para 2026 será a maior desde 2024, quando ficou em 8,23%. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.