Guerra Civil dos EUA libertou escravizados, mas seus direitos foram cortados
Sulistas derrotados importaram modelo e criaram sistema desigual que duraria mais 100 anos. Estátua do general confederado Albert Pike é restaurada pelo governo Donald Trump na Praça do Judiciário, em Washington, após ter sido removida em 2020 - Anna Moneymaker - 28.out.25 / AFP. Edição Impressa Diminuir fonte Aumentar fonte Ouvir o texto Victor Lacombe Isabella Menon São Paulo e Washington Quando os estados do sul dos Estados Unidos, incapazes de aceitar a vitória de Abraham Lincoln nas eleições de 1860, declararam sua secessão e iniciaram a Guerra Civil americana, o presidente precisou evitar usar a palavra " escravidão " para tentar convencer milhões de pessoas a lutar em um conflito fratricida que, até hoje, é a guerra que mais matou americanos na história. Em seu primeiro discurso após o início da guerra, apenas um mês depois da posse, Lincoln disse ao Congresso que o sul "forçou sobre o país esta questão: dissolução imediata, ou sangue". E apelou ao senso democrático dos americanos. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo