Agentes aprendem a fazer manobras de ressucitação e a usar desfibrilador com médicos da Sociedade de Cardiologia. O termo de cooperação técnica foi assinado em fevereiro, e o treinamento dos guardas começou em seguida. A meta é capacitar todos os 7.500 agentes que atuam na capital paulista para que possam realizar manobras de RCP (ressuscitação cardiopulmonar) e utilizar o DEA (Desfibrilador Externo Automático). O objetivo é torná-los aptos a prestar o primeiro atendimento a vítimas de parada cardiorrespiratória até a chegada do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Estudos indicam que aproximadamente metade das pessoas com menos de 60 anos que sofre uma parada pode morrer na primeira hora após o evento, em especial quando há demora no atendimento pré-hospitalar. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.