Grupos de WhatsApp viram feirão ilegal de armas, drogas e veículos roubados
Com mais de 3.500 integrantes, as comunidades permanecem ativas na plataforma até a publicação desta reportagem. Uma aliança de casamento com o nome do proprietário gravado aparece à venda após um assalto na Barra da Tijuca. Logo abaixo, há um anúncio de um fuzil calibre 5,56 por R$ 55 mil. Em outra oferta, um filhote de macaco-prego usando fralda e tomando mamadeira é oferecido por R$ 5 mil. Já uma Chevrolet Tracker Premier, avaliada em cerca de R$ 118 mil, pode ser comprada por apenas R$ 10 mil. Todas essas postagens foram feitas em grupos de WhatsApp, nos quais quadrilhas co mercializam produtos roubados e serviços ilegais. Em nove comunidades, que reúnem mais de 3.500 integrantes e às quais O GLOBO teve acesso, é possível comprar armas, veículos adulterados, documentos falsificados, contas para aplicativos de transporte, medicamentos controlados, drogas, joias e animais silvestres. Embora alguns sejam dedicados a nichos específicos, como automóveis roubados, a maioria funciona como uma espécie de shopping clandestino. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney