Grupo Dolly desiste de recuperação judicial e busca acordo com credores fora da Justiça
Empresa registrou prejuízo líquido consolidado de R$ 25,8 milhões em 2025. Em decisão desta quarta-feira (13), a Justiça determinou que as empresas do grupo apresentem um plano. A mudança de estratégia ocorre após o relatório mensal de atividades de dezembro de 2025 apontar prejuízo líquido de R$ 25,8 milhões no ano. A recuperação extrajudicial é um mecanismo em que a empresa negocia previamente com parte dos credores antes de submeter um plano à homologação da Justiça. Diferentemente da recuperação judicial, em que todas as dívidas do grupo (trabalhistas, com fornecedores, bancos) são renegociadas na Justiça, na extrajudicial a companhia escolhe um grupo de credores para fechar uma negociação e homologá-la depois junto ao Judiciário. Segundo Edgar Bechara, advogado da empresa, a recuperação judicial começou sob a legislação anterior à reforma da Lei de Recuperação Judicial, aprovada em 2020. Ele afirma que o atual modelo de recuperação extrajudicial é mais vantajoso tanto para as empresas quanto para os credores, especialmente pela redução do quórum necessário para aprovação do plano (que passou de três quintos para 50% mais um). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo