Profissionais dizem que mudanças como a formula de cálculo de piso são vitais para a categoria e ameaçam paralisações. A MP perde a validade na próxima quinta-feira (16), caso não seja aprovada pelo Senado até essa data. Se caducar, caem as mudanças propostas e que já estão em vigor, obrigando o governo a recomeçar a tramitação de um novo projeto. Editada pelo governo em março após uma série de negociações com representantes dos caminhoneiros, a MP ampliou a fiscalização do cumprimento do piso mínimo do frete, mudando a forma de calcular esse valor ao incluir custos do trabalho, como combustível, manutenção, seguros e pedágios. Houve, ainda, um forte aumento de autuação a empresas que pagam abaixo do piso, com uso de meios eletrônicos e cruzamento de dados sobre os serviços prestados pelos caminhoneiros. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.