Elevação ocorreria só a partir de 2027, e impacto fiscal calculado é de R$ 2 bilhões. Segundo a Folha apurou, o governo deve sugerir ampliar em uma primeira fase para R$ 110 mil, em 2027, chegando aos R$ 130 mil em 2028. Assim, não haveria mudança este ano. A proposta também vai confirmar a possibilidade de contratar mais um funcionário. Pelas contas preliminares do governo, a ampliação do limite teria custo estimado em cerca de R$ 2 bilhões, pelo impacto na arrecadação, o que seria suportado pelas contas públicas. Antes da apresentação, o texto também será discutido com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta ( Republicanos -PB), um dos principais defensores da ampliação do MEI. O Executivo continuará rejeitando a proposta de ampliar o Simples Nacional. Nos cálculos do Ministério da Fazenda divulgados na última semana, o projeto de lei complementar que eleva o teto do Simples poderia resultar em uma perda de arrecadação de R$ 50 bilhões por ano —o texto é classificado como uma das principais pautas-bomba em tramitação no Congresso. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.