Governo deve priorizar relações pragmáticas com novas lideranças de direita da América
Ascensão da direita no continente deixa Brasil isolado. A relação com os países vizinhos não deve ser prejudicada pelas divergências ideológicas com o presidente Lula ( PT ), segundo interlocutores. Para eles, os interesses em parcerias e na manutenção de uma relação comercial com o Brasil devem prevalecer. Embora as relações do Brasil com cada governo devam ser preservadas, a crescente da ultradireita no continente deve afetar ações coletivas como na esfera do Mercosul, da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) e da reconstituição da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) —dois blocos de diálogo político entre os países sul-americanos. Caso Lula se reeleja na disputa pela Presidência deste ano, setores do Planalto observam que a integração regional do Brasil com a América Latina pode ser um novo desafio em vista, frente a um ambiente mais rodeado por governos simpáticos à direita. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo