Governo defende soberania do Brasil após sanções dos EUA contra supostos operadores do PCC
Ministro da Justiça diz que medida não produz efeitos fora do país e defende ações de cooperação. 1º.jul.2026 às 19h29 Diminuir fonte Aumentar fonte Bárbara Sá São Paulo Horas após os Estados Unidos anunciarem sanções contra pessoas e empresas suspeitas de integrar um esquema de lavagem de dinheiro para o PCC (Primeiro Comando da Capital), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, afirmou nesta quarta-feira (1º) que a medida produz efeitos apenas no território americano. Ele ainda defendeu que a cooperação internacional no combate ao crime organizado ocorra com respeito à soberania brasileira. As declarações foram feitas durante a inauguração do Escritório Nacional Antifacção (ENA), em São Paulo. "Essa designação específica somente produz efeito no âmbito dos Estados Unidos, não tem nenhuma repercussão de extraterritorialidade. Todas as nações devem aprofundar e sofisticar seus mecanismos de combate ao crime organizado, desde que a soberania do outro país seja respeitada", afirmou o ministro. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo