Departamento de Estado afirma que viagem de funcionários era de rotina para discutir liberdade de expressão e integridade eleitoral. Segundo o governo Trump, tratava-se uma visita programada a Brasília entre os dias 27 e 30 de julho para se reunir com autoridades do governo, líderes religiosos e representantes da sociedade civil "a fim de discutir integridade eleitoral, liberdade religiosa e liberdade de expressão". "Qualquer insinuação de que essa viagem seria uma 'manobra' para minar a eleição de uma nação democrática é uma mentira sem qualquer fundamento.". O Itamaraty negou os vistos ao secretário-assistente Riley M. Barnes e ao subsecretário-assistente Samuel Samson, funcionários do Departamento de Estado. A intenção da viagem foi revelada pelo jornal americano The Washington Times. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.