Loona, EMO, Miko 3 e outros brinquedos com inteligência artificial entraram na mira do Ministério da Justiça por possíveis riscos. Brinquedos com inteligência artificial podem criar vínculos de dependência emocional com crianças, influenciar seu comportamento e coletar dados pessoais de forma contínua. Esse é o principal alerta de uma nota técnica da Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que identificou indícios de possíveis irregularidades na comercialização desses produtos no Brasil. Diante dos riscos apontados, o órgão recomendou que a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) investiguem o caso. Ferramenta do InfoMoney Baixe agora (e de graça)! BAIXAR AGORA Loona: pet robótico que interage por voz e inteligência artificial; EMO: robô de companhia que conversa e reage ao usuário; Miko 3: robô educativo voltado ao aprendizado infantil; Aibi: pet robótico de bolso que aprende com as interações; Amazon Fire HD Kids Pro: tablet infantil com recursos de inteligência artificial; Vector: robô autônomo que conversa e executa comandos. Apesar das diferenças entre os modelos, a nota técnica afirma que todos compartilham características que exigem atenção. Eles utilizam inteligência artificial para manter conversas, aprender com as interações, captar informações por câmeras e microfones e, em alguns casos, acessar a internet para personalizar a experiência do usuário. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.