Mesmo sem uma reunião formal, os dois, porém, devem inevitavelmente se encontrar durante a cúpula. O governo brasileiro ainda avalia a conveniência ou não de uma nova reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump durante o encontro do G7, entre os dias 15 e 17 deste mês na França. O entendimento é que não faria sentido pedir uma conversa, sendo que os dois chefes de Estado estiveram juntos no último dia 7 em Washington. Uma nova reunião faria sentido, na visão do Brasil, se surgisse algum ponto que Lula pudesse discutir com Trump sobre tarifas ou classificação de facções criminosas como grupos terroristas. Esse cenário dependeria de conversas prévias entre os auxiliares dos dois presidentes. O governo brasileiro não fez até o momento o pedido de reunião com Trump. Mesmo sem uma reunião formal, Lula e Trump, porém, devem inevitavelmente se encontrar durante a cúpula, já que o número de participantes é limitado. O G7 é formado pelas sete maiores economias do mundo. O Brasil não faz parte do grupo, mas foi convidado pelos anfitriões franceses para participar. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.