Ricardo Couto diz que STF considera que o cargo deve ser mantido com quem estava apto no momento da vacância. Inicialmente, Couto advogava a tese de que sua interinidade se encerraria com a eleição do novo presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), em substituição a Rodrigo Bacellar (União Brasil), cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Agora, tem apresentado o entendimento de que prevalesce o nome apto a assumir o cargo de governador no momento da vacância do posto. "Ele exerce a função de chefe do Poder Executivo conforme determinação do Supremo Tribunal Federal. O desembargador aguarda o julgamento do STF, que tem poder de decisão sobre o tema", diz o comunicado. O debate é crucial na discussão sobre quem deve conduzir o estado até a definição sobre como será escolhido o governador-tampão, que conduzirá o Palácio Guanabara até 6 de janeiro do ano que vem, quando se encerra o prazo do atual mandato. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.