Google contesta tese do Cade sobre remuneração de jornais por IA e pede fim
Órgão de defesa da concorrência avalia se empresa explora conteúdo jornalístico por meio da busca e de resumos. Para a empresa, "qualquer obrigação de compensação monetária obrigatória deve ser estabelecida por meio de legislação", não pela atuação do órgão de defesa da concorrência. Em manifestação apresentada à autarquia, a companhia afirma que não pratica abuso de posição dominante nem explora economicamente os veículos de imprensa, e sustenta que a investigação não encontra respaldo na legislação ou na jurisprudência antitruste brasileira. Em abril, o Cade abriu um processo administrativo contra a big tech para investigar possíveis irregularidades. Na ocasião, o presidente interino do órgão, Diogo Thomson, disse em seu voto que existem fortes indícios de que o Google pratica "abuso exploratório de posição dominante" ao raspar conteúdo jornalístico online (copiar usando robôs) para alimentar os resultados de busca, utilizando inteligência artificial. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo