Golpistas fazem vídeos de celebridades com IA para vender medicamentos nas redes sociais
Tecnologia deepfake permite alterar imagens e vozes para criar declarações falsas de influenciadores e médicos. A tecnologia conhecida como deepfake permite alterar imagens, vídeos e vozes para simular declarações de pessoas que não fizeram determinada recomendação. Segundo a agência, esse tipo de conteúdo pode ser usado para conferir credibilidade a produtos clandestinos, produzidos sem autorização, ou falsificados, que imitam produtos originais. Em fevereiro deste ano, a Meta, dona do Instagram e Facebook, processou pessoas e empresas do Brasil, da China e do Vietnã acusadas de usar imagens e vozes manipuladas de celebridades para vender produtos de saúde fraudulentos. Entre as personalidades que tiveram a imagem usada sem autorização está o médico Drauzio Varella. Em texto publicado em sua coluna na Folha em outubro de 2025, ele relatou que tentava havia anos retirar das redes sociais vídeos falsos que usavam sua imagem para promover produtos que prometiam, entre outros resultados, curar diabetes, aliviar dores nas costas e provocar a perda de 20 quilos em um mês. O médico afirmou que chegou a levar o caso ao Ministério Público de São Paulo. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Brasil. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: Folha de S.Paulo