Fraudadores se passam por advogados e convencem vítimas a fazer transferências via Pix. No acumulado de 2025, a entidade registrou mais de 5.600 denúncias. A ordem criou uma força-tarefa para acompanhar os casos e, além disso, afirma ter ajuizado uma ação civil pública contra operadoras de telefonia, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e a Meta (dona do WhatsApp ) em busca de medidas para conter as fraudes. A OAB-SP afirma que a maioria quase absoluta dos casos analisados envolve dados do sistema do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo). Em nota, a Meta afirma investir em recursos para ajudar usuários a identificar contatos suspeitos e em mecanismos de denúncia dentro do aplicativo. A empresa ainda diz que, por utilizar criptografia de ponta a ponta, não tem acesso ao conteúdo das mensagens trocadas entre usuários. Segundo a companhia, contas que violam os termos de uso podem ser suspensas ou desativadas após denúncias e análises. Na maior parte dos casos, os criminosos entram em contato por WhatsApp utilizando a foto e o nome de advogados reais. Em seguida, informam que o cliente tem valores a receber em uma ação judicial e pedem uma transferência via Pix para supostos custos processuais ou liberações de pagamento. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.