Brasileiros em bar de Nova York perdem o começo do último amistoso do Brasil antes da Copa. Em um bar em Astoria, no Queens, bairro nova-iorquino conhecido pela forte presença de comunidades imigrantes, um grupo pequeno de brasileiros, cerca de 20 pessoas entre crianças e adultos, teve de esperar o fim de uma partida de golfe para que os televisores fossem finalmente sintonizados no futebol. Depois de alguma insistência, as telas passaram a exibir o jogo da seleção brasileira, mas não exatamente aquele que os torcedores esperavam. No mesmo dia, a seleção feminina também estava em campo, contra os Estados Unidos, em amistoso em São Paulo. A confusão inicial fez até os funcionários do bar demorarem a entender qual partida o grupo queria assistir. Quando a troca finalmente aconteceu, Bruno Guimarães já havia aberto o placar para a equipe masculina. Vestidos com camisas da seleção, os brasileiros vibraram com o replay do gol. Pouco depois, a reação foi tímida no empate do Egito. No restante do salão, com algumas centenas de pessoas, o futebol parecia secundário ou menos do que isso. A maioria seguia em outra frequência, entre conversas, refeições, bebidas e até uma pista improvisada de dança country, como se o jogo acontecesse em outro lugar. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.