Goldman vê maior volatilidade com eleições, mas fundamentos limitam queda do real
Banco vê impacto pontual de notícias políticas, com volatilidade maior até as eleições. O real voltou a sofrer pressão diante do aumento do ruído político, mas a tendência de médio prazo da moeda brasileira segue sustentada por fundamentos externos, segundo análise do Goldman Sachs. O dólar avançou mais de 2,3% e superou os R$ 5 frente na última quarta, após a publicação de uma reportagem do Intercept Brasil sobre ligações entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-dono do banco Master, Daniel Vorcaro. Operadores e analistas avaliaram que a reportagem enfraquece a candidatura de Flávio, visto atualmente como o principal adversário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa eleitoral de outubro. Apesar da reação expressiva no curto prazo, o banco destaca que a oscilação ocorre após uma valorização relevante da moeda brasileira ao longo do ano — o câmbio ainda permanece mais de 7% abaixo do nível observado no início de 2026. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney