Goldman Sachs: real se destaca entre emergentes, mas segue sensível a juros dos EUA
Relatório do Goldman Sachs aponta petróleo como suporte ao câmbio, mas alerta para pressão de yields. Notas de real e dólar em imagem de ilustração 18 de dezembro de 2024 REUTERS/Amanda Perobelli Publicidade. O real brasileiro (BRL) tem mostrado desempenho resiliente entre as moedas de mercados emergentes nas últimas semanas, sustentado principalmente pela alta dos preços do petróleo e pela dinâmica favorável de termos de troca. Ainda assim, a moeda não está imune à volatilidade global e segue pressionada pelo avanço acelerado dos juros de longo prazo nos Estados Unidos, segundo análise do Goldman Sachs. De acordo com o relatório “EM Trader: Rate Reality Check”, a moeda brasileira aparece entre as que mais se beneficiaram das mudanças recentes no cenário global, ao lado de pares latino-americanos como peso colombiano (COP) e peso mexicano (MXN). O banco destaca que a valorização das commodities, em especial o petróleo, tem sido um dos principais motores do desempenho relativo dessas divisas desde o início do conflito no Oriente Médio. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney