Senador é pré-candidato ao governo do estado pelo Novo; aliança local causou desgastes na pré-campanha de Flávio Bolsonaro ao Planalto após discordâncias da ex-primeira-dama. O senador Eduardo Girão (Novo), pré-candidato ao governo do Ceará,voltou a criticar a aliança da direita do estado com o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB), que será seu adversário na disputa pelo Palácio da Abolição. Segundo o parlamentar, Ciro é um representante da “esquerda raiz” e pode trair o campo político nas próximas eleições. As declarações foram feitas durante o Encontro Nacional do Partido Novo, neste sábado (18), em São Paulo. “Tem turma que se diz de direita, que se diz conservadora, e está apoiando alguém, é até vergonhoso dizer isso, que vai ser uma cobra para nos picar em 2030. Todo mundo sabe no Ceará que o Ciro Gomes, que é a esquerda raiz, tem projeto de Brasil. Por isso que a eleição do Ceará é muito importante”, disse Girão. Além da declaração, o senador também pediu “o apoio e as orações” dos apoiadores para fazer uma forte “resistência” no Ceará. Ele é o nome apoiado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que esteve no lançamento de sua pré-candidatura ainda no ano passado. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.