"Essas iniciativas são expressão de um fenômeno mais amplo: a priorização de reivindicações corporativas em detrimento das atribuições e dos deveres do cargo", disse. Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou nesta segunda-feira, 22, um projeto de lei que permite aos membros da Advocacia-Geral da União (AGU) prestarem serviços jurídicos privados em paralelo ao cargo público. “Essas iniciativas são expressão de um fenômeno mais amplo: a priorização de reivindicações corporativas em detrimento das atribuições e dos deveres do cargo”, afirmou o ministro em post no X. Advogados alegam “erros graves” e dizem que senador nunca atuou para beneficiar o Banco Master. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.