Mesmo que um cessar-fogo se materialize, os exportadores do Golfo reconhecem que depender exclusivamente do Estreito de Ormuz é um risco que não podem mais correr. LONDRES — Seis meses atrás, exportar petróleo do Golfo Pérsico era algo relativamente simples: produzir o crude ao menor custo possível, exportá-lo pela rota mais rápida e vendê-lo aos países que podem pagar mais. O transporte pelo Estreito de Ormuz, durante muito tempo a rota mais eficiente para as exportações, continua severamente reduzido por causa da guerra no Irã. Grande parte do petróleo que atravessa o estreito o faz em navios-tanque que enfrentam uma perigosa barreira de drones de ataque iranianos, ou navegam no escuro, com seus dispositivos de localização desligados. Pelo menos 17 marinheiros morreram na região. Os países do Golfo, que por décadas produziram grande parte do petróleo mundial, agora estão determinados a romper sua dependência da estreita via marítima. Eles estão construindo ou expandindo oleodutos e outras infraestruturas que possam contorná-la, além de ampliar enormemente a capacidade de armazenamento em lugares como a Ásia. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.