Nas cartas mensais, grandes gestoras apontam que o tom é de cautela com juros reais e nominais para julho, com redução de posições aplicadas e de risco nas carteiras e, em alguns. Ativos mencionados na matéria Renda Fixa (Imagem gerada com auxílio de IA/Rodrigo Petry) Publicidade. O otimismo do mercado sobre a renda fixa doméstica parece ter ficado para trás, mesmo após melhora do ambiente externo e interno na segunda metade de junho, dada a expectativa de resolução da guerra no Oriente Médio e de algum arrefecimento da inflação e da atividade no Brasil. Nas cartas mensais, grandes gestoras apontam que o tom é de cautela com juros reais e nominais para julho, com redução de posições aplicadas e de risco nas carteiras e, em alguns casos, posicionamento tomado – ou seja, que aposta em alta dos juros. É o caso da equipe de gestão da Occam Brasil, que informa que, no País, os fundos estão “taticamente tomados” em juros. Embora o Banco Central tenha prosseguido o ciclo de calibragem da Selic no mês passado, com um corte de 0,25 ponto porcentual da taxa, para 14,25%, a Occam menciona que a comunicação feita após a reunião gerou críticas ao alongar o prazo de convergência da inflação à meta e manter a possibilidade de extensão do ciclo. Isso ocorreu, de acordo com a gestora, mesmo com a deterioração da maioria dos vetores inflacionários e com a desancoragem das expectativas. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.