Levantamento do braço de pesquisa da Binance aponta que investidores nascidos entre 1997 e 2012 usam menos alavancagem e têm mais educação financeira formal que as gerações. A geração mais frequentemente associada à impulsividade e ao apetite por risco vem se comportando de forma oposta quando o assunto é investimento. A Geração Z, formada por quem nasceu entre 1997 e 2012, acumula ativos de maneira consistente, recorre menos à alavancagem e adota uma abordagem mais seletiva nas negociações do que as faixas etárias mais velhas, segundo levantamento da Binance Research, braço de pesquisa da exchange. A leitura do estudo é de que esse público combina entrada precoce no mercado com viés de longo prazo na gestão dos próprios recursos, um perfil sustentado pelo maior acesso à educação financeira. O comportamento aparece com clareza nos instrumentos que o grupo evita. Os ETFs alavancados representam apenas 5,9% do volume total negociado pela Geração Z, a menor participação entre todas as gerações analisadas. Entre os chamados “Usuários da Próxima Geração”, perfil formado por jovens de mercados emergentes com saldo baixo em carteira e primeiro contato com mercados globais, o padrão é ainda mais cauteloso, com frequência de negociação inferior à da base geral de usuários da plataforma. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.