Nos últimos anos — principalmente no último biênio —, para além dos debates já corriqueiros no ambiente corporativ. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. RDNE Stock project/Pexels Nos últimos anos — principalmente no último biênio —, para além dos debates já corriqueiros no ambiente corporativo sobre sua utilização, a inteligência artificial passou a ocupar um espaço significativo também nas discussões das áreas comerciais das empresas. Ferramentas para prospecção automatizada, qualificação de leads, análise de reuniões, personalização de abordagens e gestão de pipeline se multiplicaram rapidamente, acompanhadas por promessas de aumento de produtividade e redução de custos. Em muitas companhias, a conversa naturalmente se concentrou no impacto dessas soluções sobre funções e atribuições específicas — com consequências, claro, para os profissionais. Afinal, se a IA consegue pesquisar contas, escrever mensagens, registrar informações em sistemas e executar follow-ups, qual será o papel de SDRs, vendedores e gestores comerciais? Embora essa seja uma discussão importante, ela talvez esteja olhando para apenas uma parte da transformação em curso. Nas conversas que temos com líderes e empresas que estão avançando na adoção de inteligência artificial, uma percepção aparece com frequência: o impacto mais relevante da IA está principalmente na forma como ela começa a redefinir a própria estrutura das operações responsáveis por gerar receita. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.