Uso de fontes mais poluentes aumenta 3,4% nos cinco primeiros meses deste ano. A China, maior consumidora mundial de energia, aumentou o uso de energia térmica em 3,4% em relação ao mesmo período do ano anterior nos primeiros cinco meses do ano, chegando a 2,53 trilhões de quilowatts-hora (kWh), segundo dados divulgados na semana passada pelo departamento de estatísticas. A energia térmica é proveniente principalmente do carvão, com uma pequena parcela gerada a partir de gás. As consultorias S&P Global Energy e Wood Mackenzie esperam que a geração de energia a carvão se recupere em 1,5% a 2%, respectivamente, atingindo 5,4 trilhões de kWh em 2026 em relação ao ano passado, enquanto a empresa de análise de dados Kpler prevê que o consumo de carvão no setor elétrico aumente cerca de 3%, para 2,7 bilhões de toneladas. À medida que a China reduz as importações de gás natural liquefeito para mitigar os custos mais elevados decorrentes do bloqueio do estreito de Hormuz, a S&P prevê que a geração a gás cairá 12%, para 300 bilhões de kWh, adicionando mais uma fonte de demanda incremental conforme o carvão ganha espaço para preencher a lacuna. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.