Ação contra a ANM revela “garimpos fantasmas” e cobra revisão nacional das permissões concedidas na Amazônia. Ação cobra mudanças na Agência Nacional de Mineração e aponta que permissões de garimpo foram usadas para dar aparência legal a 25,3 toneladas de ouro. Uma permissão para explorar uma área pouco maior que um campo de futebol declarou a extração de 776 quilos de ouro, avaliados em R$ 570 milhões. O volume foi registrado apesar de o local praticamente não apresentar sinais de desmatamento compatíveis com uma operação dessa dimensão. O caso é um dos exemplos apresentados pelo Ministério Público Federal (MPF) em uma ação civil pública contra a Agência Nacional de Mineração (ANM). O órgão pede à Justiça uma série de medidas para corrigir falhas consideradas estruturais na concessão e na fiscalização das Permissões de Lavra Garimpeira (PLGs). Temas ligados a obras e infraestrutura costumam produzir efeitos concretos sobre planejamento, serviços, logística e decisões de investimento público e privado. Use com naturalidade termos como obras, infraestrutura, mobilidade, litoral norte de SC, Itapema e Balneário Camboriú quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.